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Arte e Ciência de mãos dadas no FestAlter 2020

Cientistas premiados mundialmente como Carlos Nobre e Ricardo Galvão, além de artistas famosos como Fagner, Marcelo D2, Zezé Motta, Moacyr Luz, Amir Haddad e Cacá Diegues; de lideranças indigenas como Daniel Munduruku e dos quilombolas com Daniel de Souza (do Quilombo Jauary, o mais antigo do Brasil) estarão na Abertura do Festival de Cinema de Alter do Chão, dia 09/12, às 21h.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, o Festival de Cinema de Alter do Chão deste ano será via internet e totalmente gratuito. Às 9 da manhã, a plataforma do evento,https://festivaldealterdochao.com.br, já estará veiculando os filmes da Mostra Competitiva e o público já poderá votar em seus favoritos. Com temas sobre a Amazônia, sustentabilidade e meio-ambiente, além do audiovisual, a abertura também contará com um depoimento da viúva de Aldir Blanc, grande homenageado do Festival, a Sra. Mari de Sá  Freire.

O Festival de Cinema de Alter do Chão (FestAlter) bateu recorde de inscrições em relação a primeira edição do evento em 2019. Este ano foram 2.072 inscrições de 105 países. No ano passado o número de filmes foi de 1.979 e 98 países. O evento retrata a cinematografia da Amazônia, do Brasil e do mundo, que se consolida como um evento de repercussão nacional e internacional, que possibilita oportunidades aos novos diretores, produtores, atores e profissionais de todas as artes que navegam na arte do cinema e do audiovisual.

O festival proporciona maior visibilidade para as produções locais das etnias indígenas, quilombolas e extrativistas, como um holofote às necessidades da comunidade de Alter do Chão e seus habitantes, estimulando a socioeconomia local, os serviços, turismo e criando um maior envolvimento com a economia criativa que estimula todos os setores e também as artes, em todos os níveis na região.

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